Aécio nasceu em finais do sec. IV. Enquanto jovem foi feito refém primeiro por Alarico rei dos Godos e depois por Rhuas rei dos Hunos (onde adquiriu conhecimento para os derrotar mais tarde, na Batalha de Chalons). Em 424 liderou 60.000 hunos para a Itália, para ajudar João, que se havia proclamado imperador. João acabou por ser derrotado, mas Aécio conseguiu cair nas boas graças de Galla Placidia, imperatriz-mãe e regente de Valentiniano III, a nomea-lo Supremo Comandante do exército na Galia. Aécio tornou-se na figura principal do Império Romano do Ocidente de 433-450. Em 20 de Setembro de 451, trava-se a Batalha que salvaria a civilização ocidental: a Batalha de Chalons, a poucos quilómetros da actual Orleans. As forças Romano-visigóticas, comandadas por Aécio travam os Hunos , de avançar pela Itália, e possivelmente alterar o destino da Humanidade: se Atila tivesse ganho e avançado pela Itália, hoje provavelmente, viveríamos alheios à civilização. Esse foi o seu maior contributo. Em 454, Aécio vai à Corte de Valentiniano III pedir a mão de uma das filhas do Imperador para o seu filho. O Imperador, pensando que este queria o seu trono mata Aécio com uma adaga, e assim morreu a ultima e melhor esperança para o Império. Um conselheiro de Valentiniano III disse: ''Cortastes a vossa mão direita, com a esquerda''. No entanto o Imperador acabou por ter o que merecia: no ano seguinte, em 455, um Huno amigo e admirador de Aécio, Optila, mata Valentiniano enquanto este praticava o arco. Havia bastantes soldados perto do Imperador, que não fizeram nada para o salvar. Aécio foi assim alcunhado de o ultimo dos Romanos, devido ao seu patriotismo.